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terça-feira, 19 de setembro de 2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
Equação da Reta (método diferente)
A maneira que utilizo para determinar a equação da reta num plano cartesiano é através do método usado para determinar a equação de relação entre escalas termométricas.
Este método de definição de equação da reta nada tem a ver com os eixos do plano cartesiano ou com o desenho da reta no plano. Ele se baseia única e exclusivamente na relação permanente entre as coordenadas "x" e "y" da reta.
Numa reta um valor de "x" sempre terá (permanentemente) um determinado valor correspondente em "y", a partir desta relação é possível fazer o seguinte:
1º - Montamos duas barras paralelas e colocamos em cada uma das extremidades uma coordenada "x" e "y" (sendo numa barra a coordenada "x" e noutra a coordenada "y"), conforme a figura abaixo:
2º - Colocamos no meio de cada reta paralela uma coordenada genérica (x, y):
3º - Agora temos a seguinte configuração: 3 retas paralelas (destacadas em vermelho) cortadas por duas transversais:
Por isso, podemos aplicar o Teorema de Tales que diz: "Feixes de retas paralelas cortadas por retas transversais formam segmentos de retas proporcionalmente correspondentes". Sendo assim, é válida a seguinte proporção:
Para maiores esclarecimentos, assista o vídeo que fiz resolvendo um exercício que trata desse assunto:
Este método de definição de equação da reta nada tem a ver com os eixos do plano cartesiano ou com o desenho da reta no plano. Ele se baseia única e exclusivamente na relação permanente entre as coordenadas "x" e "y" da reta.
Numa reta um valor de "x" sempre terá (permanentemente) um determinado valor correspondente em "y", a partir desta relação é possível fazer o seguinte:
1º - Montamos duas barras paralelas e colocamos em cada uma das extremidades uma coordenada "x" e "y" (sendo numa barra a coordenada "x" e noutra a coordenada "y"), conforme a figura abaixo:
2º - Colocamos no meio de cada reta paralela uma coordenada genérica (x, y):
3º - Agora temos a seguinte configuração: 3 retas paralelas (destacadas em vermelho) cortadas por duas transversais:
Por isso, podemos aplicar o Teorema de Tales que diz: "Feixes de retas paralelas cortadas por retas transversais formam segmentos de retas proporcionalmente correspondentes". Sendo assim, é válida a seguinte proporção:
Desenvolvendo a equação temos:
Pronto! Descobrimos a equação da reta que passa pelos ponto A (2,7) e B(7,10)!
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Partitura: Onde é o dó central no violão?
"Assume-se à partida que o DÓ central é o nosso 1º DÓ. Ou seja, o DÓ da 3a casa da 5a corda.
Contudo, lembre-se que o violão/guitarra são instrumentos "transpositor de oitava" ou seja, o instrumento na verdade esta 1 oitava abaixo do que esta grifado na partitura.
Usa-se a tranposição de 1 oitava simplesmente para facilitar a leitura e a escrita, pois assim cabe tudo na clave de sol.
No piano o DÓ central (C4) tem uma frequência de 261,6 Hz, no violão o DÓ mais grave está no dobro da Frequência 523,2 Hz.
Só nos violões com mais de 6 cordas poderemos encontrar eventualmente o DÓ central do piano." (Fonte: Cifra Club)
Contudo, lembre-se que o violão/guitarra são instrumentos "transpositor de oitava" ou seja, o instrumento na verdade esta 1 oitava abaixo do que esta grifado na partitura.
Usa-se a tranposição de 1 oitava simplesmente para facilitar a leitura e a escrita, pois assim cabe tudo na clave de sol.
No piano o DÓ central (C4) tem uma frequência de 261,6 Hz, no violão o DÓ mais grave está no dobro da Frequência 523,2 Hz.
Só nos violões com mais de 6 cordas poderemos encontrar eventualmente o DÓ central do piano." (Fonte: Cifra Club)
sábado, 4 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
“Não sei o que posso parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me em encontrar de vez em quando um pedrinha redonda mais lisa ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente desconhecido à minha frente.” (Isaac Newton)
Isaac Newton era possivelmente portador de autismo de grau leve
O documentário abaixo mostra que Isaac Newton, grande gênio da Física, era possivelmente portador de autismo com grau leve:
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