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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
“Não sei o que posso parecer aos olhos do mundo, mas aos meus pareço apenas ter sido como um menino brincando à beira-mar, divertindo-me em encontrar de vez em quando um pedrinha redonda mais lisa ou uma concha mais bonita que o normal, enquanto o grande oceano da verdade permanece completamente desconhecido à minha frente.” (Isaac Newton)
Isaac Newton era possivelmente portador de autismo de grau leve
O documentário abaixo mostra que Isaac Newton, grande gênio da Física, era possivelmente portador de autismo com grau leve:
Dedução da Lei da Gravitação Universal de Newton
Isaac Newton, concluiu que a força gravitacional que atrai a Lua à Terra equivale ao valor da força centrípeta da Lua em seu movimento circular em torno da Terra. Sendo assim:
, então:
Newton percebeu que a constante "k" dependeria da massa do corpo que atrai a Lua (a Terra, no caso). Desse modo, ele simplificou os fatores constantes
relacionando com a massa terrestre, gerando assim:
.
relacionando com a massa terrestre, gerando assim:
.Substituindo a equação acima na equação 1, ficou:
Observação: Newton teve necessidade de inventar o cálculo integral para chegar à essência da Lei da Gravitação Universal. Portanto, a dedução acima é simplificada e bem distante do trabalho que ele certamente teve para chegar a uma equação tão grandiosa.
Sobre a Força Centrípeta
A força centrípeta aponta sempre para o centro, ou por resposta da força de apoio normal ou por sustentação do fio de tração. Por isso, o cálculo dela na parte de baixo da curva é: T - P = Fcp ou N - P = Fcp (onde T é a tensão, P é a força peso, N é a força normal e Fcp, que é a resultante, é: massa vezes velocidade ao quadrado dividido pelo raio da curva), isto porque, em baixo, a tensão e peso ou normal e pesotem sentidos contrários. Já, na parte de cima da curva, temos: T + P = Fcp ou N + P = Fcp, pois tensão e peso ou normal e peso possuem o mesmo sentido.
Tudo que você precisa saber sobre Colisões
Em Impulso e Quantidade de Movimento, "sistema" significa: "o conjunto de corpos que participam de uma colisão". Logo, toda força oriunda de corpos que não fazem parte do sistema é uma força externa.
É bom lembrar que para se obter o Impulso de vetores de quantidade de movimento em direções diferentes, deve-se inverter o sinal do valor da quantidade de movimento inicial, pois o cálculo do módulo do impulso é uma subtração e não uma soma:
Em toda colisão inelástica (colisão "bate-e-gruda") parte da energia mecânica vira calor, ou seja, se o sistema for isolado, a quantidade de movimento se conserva embora a quantidade de energia mecânica se dissipe em forma de calor.
Em explosões, por se tratar de um evento intenso, sempre podemos considerar o sistema isolado de forças externas, e toda quantidade de movimento se conserva.
Qualquer problema envolvendo choques mecânicos usará ou a fórmula:
É bom lembrar que para se obter o Impulso de vetores de quantidade de movimento em direções diferentes, deve-se inverter o sinal do valor da quantidade de movimento inicial, pois o cálculo do módulo do impulso é uma subtração e não uma soma:
Em toda colisão inelástica (colisão "bate-e-gruda") parte da energia mecânica vira calor, ou seja, se o sistema for isolado, a quantidade de movimento se conserva embora a quantidade de energia mecânica se dissipe em forma de calor.
Em explosões, por se tratar de um evento intenso, sempre podemos considerar o sistema isolado de forças externas, e toda quantidade de movimento se conserva.
Qualquer problema envolvendo choques mecânicos usará ou a fórmula:
(para colisões elásticas ou parcialmente inelásticas)
ou a fórmula:
(para colisões "bate-e-gruda" também chamadas de colisões totalmente inelásticas )
ou a fórmula:
(para sistemas não isolados de forças externas)
Onde
é o impulso ganho ou perdido no eixo x. No eixo y não consideramos o impulso sofrido, pois o planeta Terra "amortece" o impacto, anulando seu efeito.
Sendo um sistema isolado, o impulso existido entre dois corpos A e B que colidiram pode ser calculado tanto pela subtração da quantidade de movimento de A antes da colisão pela quantidade de movimento de A depois da colisão quanto pela subtração da quantidade de movimento de B antes da colisão pela quantidade de movimento de B depois da colisão, visto que o módulo do impulso que A faz em B é exatamente igual ao que B faz em A.
Quando se trata de uma colisão entre dois móveis em que um esteja em movimento e outro em repouso e sem atrito (geralmente representado sobre rodas), após a colisão, a velocidade final terá o mesmo sentido do móvel que causou a batida.
Para se calcular o coeficiente de restituição é necessário observar o sentido do móveis. Se ambos estiverem no mesmo sentido, as velocidades se subtraem; se ambos estiverem em sentidos opostos, as velocidades se somam. Quando se trata de móveis de mesmo sentido, é necessário saber que o cálculo da diferença entre as velocidades dos móveis antes da colisão é o oposto do cálculo do instante depois do colisão:
é o impulso ganho ou perdido no eixo x. No eixo y não consideramos o impulso sofrido, pois o planeta Terra "amortece" o impacto, anulando seu efeito.Sendo um sistema isolado, o impulso existido entre dois corpos A e B que colidiram pode ser calculado tanto pela subtração da quantidade de movimento de A antes da colisão pela quantidade de movimento de A depois da colisão quanto pela subtração da quantidade de movimento de B antes da colisão pela quantidade de movimento de B depois da colisão, visto que o módulo do impulso que A faz em B é exatamente igual ao que B faz em A.
Quando se trata de uma colisão entre dois móveis em que um esteja em movimento e outro em repouso e sem atrito (geralmente representado sobre rodas), após a colisão, a velocidade final terá o mesmo sentido do móvel que causou a batida.
Para se calcular o coeficiente de restituição é necessário observar o sentido do móveis. Se ambos estiverem no mesmo sentido, as velocidades se subtraem; se ambos estiverem em sentidos opostos, as velocidades se somam. Quando se trata de móveis de mesmo sentido, é necessário saber que o cálculo da diferença entre as velocidades dos móveis antes da colisão é o oposto do cálculo do instante depois do colisão:
Raiz negativa no conjunto dos reais
Uma incógnita ao quadrado sempre possui duas soluções: uma com o sinal negativo e outra com o sinal positivo, porque tanto um como outro resultado, elevado ao quadrado, dá o valor contido na incógnita.
Para saber qual é o resultado positivo de algo ao quadrado podemos aplicar a raiz quadrada, porém nem por isso podemos descartar o fato de que uma letra ao quadrado possui duas respostas.
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